quinta-feira, maio 31

Poema - Eu e a Minha Irmã




Hoje é o Dia dos Irmãos!
Vamos celebrar?
😉❤😉


Eu e a Minha Irmã

Dizem que somos iguais,
Existe quem nos confunda,
Mas nada temos em comum!
A nossa diferença…
Acredita. É tão profunda!

Tu, sempre mais animada,
Com ar de quem é feliz,
Eu sou a mais calada
E sofro, sem deleite,
Pelo que não fiz!

Contigo, sempre aprendo
A ultrapassar a minha dor,
É ela que me faz chorar…
Mas ao teu lado, sei e
Conheço o sentido do amor.

No teu olhar meigo e doce,
Procuro o tão famoso conforto,
Das tuas palavras amigas,
Que sabem acalmar o meu coração
E o meu ver frio e morto!

Somos irmãs queridas
E uma da outra, vamos cuidar,
Para sempre que aqueles dois,
O ombro e as lágrimas,
Quererem-se encontrar!


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, maio 30

A Poesia Épica e a Poesia Dramática





Hoje já deves ser capaz de me dizer o que é poesia lírica, mas e quanto à poesia épica e à poesia dramática? Sabes dizer-me quais são as suas principais características? Se não sabes ou não fazes a menor ideia do que estou a falar, vem comigo: vais aprender agora a destingir cada um deles…
😊😉😊

Na minha publicação anterior de “Dicas de Escrita”, aprendeste sobre a poesia lírica, um texto poético que expressa o mais íntimo do poeta; a sua própria alma. Um poema de amor ou ódio entra neste tipo de poesia, pois expressa as emoções e os sentimentos do escritor.

E agora, o que é poesia épica? Será que são parecidos?

Pois então digo-te que não; a poesia épica refere-se a um poema longo, geralmente objetivo, que narra factos heroicos ou históricos. Muitos escritores antigos usaram este tipo de poesia para contar grandes aventuras e realizações heroicas.
Alguns dos exemplos mais conhecidos são “Odisseia” de Homero (Grécia) e “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões (Portugal).

A poesia épica é uma das mais antigas formas literárias da civilização humana. Estes poemas possuem caracter histórico ou cultural (lendas, mitos, costumes, heróis e heroínas, religião, filosofia, entre muitos outros).

O poema épico era comum no tempo antigo e tem como definição um poema longo, realista e poético, que conta um evento importante, muitas vezes protagonizado por um herói que personifica valores de uma cultura ou grupo étnico.
Já agora, a palavra épico deriva da palavra grega “épicos”, que significa uma palavra, música ou discurso.

Por outro lado, a poesia dramática apresenta um duplo caracter, o épico (objetivo) e o lírico (subjetivo). Neste tipo de poesia, a narrativa é épica, mas possui características do género dramático; é como escrever uma peça de teatro em poesia, onde os personagens interagem com outros personagens e com o ambiente em si. (Mais para a frente falarei dos diferentes géneros literários).


E agora, já consegues dizer-me as características de cada um?
Tens mais alguma dúvida?
Deixa-as nos comentários… Responderei a cada uma delas!
😊😉😊


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sexta-feira, maio 25

A Poesia Lírica





Tal como vimos anteriormente, a poesia é um texto poético que se apresenta em verso, expressando os sentimentos e as emoções do poeta. Normalmente, combina palavras, significados e a estética, tornando o texto melodioso e muito bonito.
Para quem não sabe, a poesia teve origem na Grécia Antiga e originalmente, foi criada para ser cantada e não recitada.

Entre os três géneros da poesia mais conhecidos existe a poesia lírica, que é o género mais usado até hoje. É aquele que o poeta utiliza para expressar o seu mais intimo, o seu modo particular de ver o mundo.
(Irei delinear os outros dois géneros na minha próxima publicação de “Dicas de Escrita”, para compreenderes as principais diferenças de cada um deles). 😊

A sua principal característica é a própria subjetividade, onde o poeta expressa os seus pensamentos, a sua visão sobre o mundo, a sua realidade e os seus sentimentos e emoções. Respeita a estrutura do poema e os componentes principais deste género são a métrica, o verso e a rima.

A métrica traduz-se na contagem das sílabas que cada verso possui, isto é, na estrutura das diferentes combinações que formam o verso; o verso é cada linha da composição poética, na qual pode ser classificado consoante o seu número de sílabas; e a rima é a repetição de sons em lugares determinados dos versos.
(Mais para a frente irei falar de cada um deles e por isso, não te preocupes caso não tenhas compreendido). 😊

Então, vamos escrever um poema lírico?
Que tema vais usar?
Deixa a tua resposta nos comentários.
Irei responder a todos eles… 
😉😉😉


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

terça-feira, maio 22

Poema - Sou o que Desejei Ser...




Hoje é o Dia do Autor Português…
Para todos os autores portugueses um voto de grandes conquistas, parabéns e felicidades.
Eu? Vou continuar por aqui, a escrever para vós!
😊😉😊


Sou o que Desejei Ser...

Sou o que desejei ser
Nos tempos de solidão
Hoje olho para trás…
Não existe dor sem razão.

Sofri, com o tempo
Que nunca desejou parar.
Ensinou-me a ser forte
E as dores a aceitar!

Entre palavras e parágrafos
Expresso as minhas emoções,
Tudo o que desejei e quero
Sem remorsos nem palavrões.

Sou autora portuguesa
E não conto palavras em vão,
Sou aquela que cria a história
E que enche o teu coração!

Alegria tua, alegria minha…
Satisfação do tempo de solidão,
Palavras aprendidas na dor
E dadas com muita paixão.

O tempo é meu inimigo,
E o futuro é seu companheiro,
Pois sou uma ave sem rumo,
Sem dor e sem cheiro.

Procuro uma simples resposta
Para as virgulas da vida,
Sonho com este sonho…
De ser autora reconhecida.

Luto até à exaustão
Por uma palavra amiga,
Serei sempre tua aliada
E jamais uma inimiga.

Nesta pátria fui nascer
E por ela vou lutar…
Sua história vou erguer
E contigo uma vida contar.


Bem, por hoje é tudo… 😉
Espero aqui, até que nos voltemos a falar…
Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sexta-feira, maio 18

A Prosa Poética




Se nunca ouviste falar da prosa poética, vais gostar de saber que podes escrever um poema em texto corrido… Vem, eu vou explicar-te como é que isto é possível!
A prosa poética é prosa, mas com uma função totalmente diferente da que estamos acostumados, isto é, possui a função poética.
Como vimos, a poesia faz uso da subjetividade, ao contrário da prosa, transmitindo as emoções e os sentimentos do poeta, e é isso mesmo que acontece na prosa poética… A prosa define a sua forma e a poesia define a sua função; a sua essência.
E tal como a poesia, a prosa poética também faz uso das figuras de estilo, como a metáfora, a aliteração, a elipse, a enumeração, a comparação, entre outras.

O que podemos concluir é exatamente o que eu disse ainda há pouco: a prosa poética é um poema escrito em prosa!


UMA CRURIOSIDADE: 😉
A prosa poética teve origem na França, no século XIX.
Sabias disto?


Bem! Por hoje é tudo…
Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

terça-feira, maio 15

Poema - Laços de Família




Hoje é o Dia Internacional da Família… 💖
Agradeçam pela família que têm, pois nem todos possuem tal dádiva. Não é?
😉😉😉


Laços de Família

Tudo se constrói por amor,
Sentimento sem igual,
Às vezes, como um animal,
Sem controlo, sem dor.

Existe na infinita escuridão
Amor por saber lutar.
Este, sem querer, só chorar,
Por haver ódio no coração.

A família é o berço da força,
União essa sem distinção,
Perfeitos laços, aceitação,
É o fervor do amor que reforça
O aperto forte da nossa mão.

Nada pode parar este laço
Que aos poucos fez tal união.
Tão forte… É como um leão!
Eternidade? É só mais um passo
Para essa simples concretização.


Bem… Por hoje é tudo!
Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

domingo, maio 13

Conto - A Lenda do Duende Ladrão




O primeiro conto do blog.
Espero que gostem...
Deixem as vossas opiniões nos comentários.
😊😊😊


A Lenda do Duende Ladrão



Não havia, naquela aldeia, quem não conhecesse e temesse a lenda do duende ladrão, que contava que no silêncio mais bravio da noite os duendes saiam da sua aldeia escondida na floresta e entravam nas casas para roubar.
Para protegerem as suas coisas, os aldeões trancavam tudo, portas, janelas, chaminés, todos os lugares possíveis que os duendes podiam usar para entrar. E nas noites de lua cheia, nem dormiam, pois segundo a lenda os duendes seriam mais agressivos e traiçoeiros.
Numa noite destas, três velhos amigos decidiram pernoitar na casa do mais novo para festejarem o seu aniversário e à mesa nada faltou; havia bolo, bolachas, salgadinhos, vinho e cerveja. Pouco estavam preocupados com os duendes, pois à conta da lenda sabiam que eles detestavam barulho.
O que eles não sabiam era que um dos duendes gostava exatamente do oposto e que no momento em que a conversa deles chegara a meio, este entrara pela janela deixada aberta e escondera-se debaixo da mesa.
- Foi mesmo engraçado – comentou o do meio, entre gargalhadas. – O amigo fez muito bem impedi-lo!
- Eu não fiz nada de mais… – disse o mais velho, ao beber um gole do seu copo de vinho. – Ele não devia ter exaltado o nosso amigo daquela maneira. Todos sabemos que é bastante agressivo quando algo não lhe corre bem…
- Isso já passou – disse o mais novo, sacudindo a mão de trás para a frente. – Isso agora não importa mais! Não sou homem de me importar com algo que já passou.
- Lá nisso… – murmurou o do meio, bebendo o que lhe restava da sua cerveja.
- Mais uma? – perguntou o mais novo, inclinando-se para lhe entregar uma outra garrafa. – Ainda está fresca!
- Não, obrigada. Prometi há minha mulher que não chegava a casa a dançar e a cantarolar esta noite.
- Que tolice – resmungou. – Estamos a festejar…
- Sabem uma coisa – começou o mais velho, bebendo mais um gole do seu copo de vinho. – Noutro dia encontrei uma nota de cinquenta euros no chão e depois de pensar um pouco no que devia fazer com ela, devolvi-a ao dono.
- Que disparate! – comentou o mais novo, que já ia no seu décimo copo cheio. – Eu, se a tivesse encontrado, tê-la-ia gastado.
- Pois então fiz mal? – perguntou.
- Com certeza – respondeu prontamente, ao encher o seu décimo primeiro copo. – Eu tê-la-ia gastado em vinho bom que nem este!
- Isso está errado – afirmou o do meio. – Isso é ser desonesto. É um roubo!
Surpreendidos, os dois amigos olharam-no.
- Aqui, os únicos ladrões são os duendes! – exclamou o mais novo, ofendido. – São eles que entram nas nossas casas e vasculham as nossas coisas… Eu nunca fiz uma coisa dessas! Achado não é roubado!
- Talvez tenha razão… – murmurou o mais velho, pensativo. – Se calhar, não lhe teriam feito assim tanta falta!
- Está enganado! – insistiu o do meio, com uma expressão séria no rosto. – De certeza que ajudou quem o perdeu.
- Que disparate! – exclamou o mais novo, cada vez mais exaltado. – A filha do nosso amigo faria melhor farinha dele! Para sustentar aquele preguiçoso…
Ao fixar o amigo, o do meio perguntou:
- E se fosse uma nota deixada pelos duendes? Eles voltariam por ela… São gananciosos e o amigo acabaria por ser amaldiçoado por eles.
Os dois amigos olharam-se.
- Não era – afirmou o mais velho. – A nota pertencia aos velhotes que moram no fim da aldeia!
- Estás a ver, estás a exagerar! – comentou o mais novo, arrotando logo de seguida. – Os duendes não são assim tão desleixados!
- Pois é! O amigo não devia ser tão certinho. O casal, de certeza, nem precisava dele – disse o mais velho, bebendo o seu vinho.
O velhote do meio respirou fundo e depois perguntou ao mais novo:
- Então, se encontrasse uma nota de cinquenta euros no chão, gastá-la-ia? Não hesitaria em gastar um dinheiro que não lhe pertencia? O amigo não devia ser tão avarento. Isso, tal como disse ainda há pouco, é ser desonesto!
- Claro que não – respondeu, dando uma gargalhada. – E eu não sou avarento!
O mais novo voltou a encher o seu copo e bebeu de uma só vez. O mais velho fez o mesmo logo de seguida. O do meio olhou-os, admirado.
- A minha neta já nasceu – disse o mais novo, a certa altura. – Possui lindos cabelos de ouro e duas safiras azuis no lugar dos olhos. É lindíssima!
- Sim, é mesmo linda – comentou o mais velho. – Fui vê-la na semana passada, quando nasceu. É tal e qual um dia de sol…
- Eu também fui vê-la quando nasceu. Sim, é muito bonita, meus parabéns! É igualzinha à mãe…
- Nada disso! – exaltou-se. – A minha neta é a cara do pai!
E assim passaram a noite, na conversa e a beber, enquanto o duende, atento a cada palavra dita, decidiu dar uma lição ao mais novo. Os duendes roubavam, mas tinham uma boa razão para os seus ditos crimes: todos os anos, naquela época fria, sofriam com uma grande escassez de alimento, algo que precisavam para sobreviver, e qualquer outra coisa desaparecida na aldeia não tinha mão de duende. Eram ladrões honestos e orgulhavam-se de o ser, e determinado a ensinar-lhe a ser também honesto, arquitetou um plano.
Numa noite, o mais novo dos três amigos pagou bebidas a todos os homens da aldeia. Não houve quem não estranhasse tamanha simpatia e aquela quantidade exagerada de dinheiro, o que fez com que a certa altura, o mais velho lhe perguntasse, por curiosidade, onde arranjara tanto dinheiro e a sua resposta foi tão chocante que nem o do meio teve a coragem de dizer fosse o que fosse:
- Não me olhem assim, eu não o apanhei do chão. Eu não o roubei! A minha nora deixou-me uma nota de cem euros no berço da Maria, quando foi à feira. Ninguém o perdeu, simplesmente deram-mo! A minha nora é tão generosa…
- Mesmo! – exclamou o mais velho, surpreendido, quando este se retirou para pedir mais uma garrafa de vinho. – Então, está tudo bem! Beba, meu amigo, ele não ficou com nada que não era dele.
Incomodado, o velhote do meio não bebeu mais nada e retirou-se, para surpresa de todos. Ele achava muito estranha toda aquela história e por isso decidiu que na manhã seguinte visitaria a nora do seu amigo.
Ainda fragilizada, recebeu-o com um sorriso e após algumas perguntas sobre o seu bem-estar e da recém-nascida, ouviu algo que a deixou sem palavras:
- A senhora é muito generosa por dar tanto dinheiro ao seu sogro… Foi realmente uma boa recompensa pela ajuda que ele tem dado para com a Maria.
Não precisou dizer mais nada para compreender o que possivelmente tinha acontecido: o seu amigo encontrara o dinheiro no chão e não o devolvera. Desapontado, decidiu chama-lo novamente à razão, algo que não surtiu qualquer efeito, já que este teimava na história da nota no berço.
Só anos depois, com a recém-nascida a fazer treze anos, é que todos ficaram a saber de onde viera aquele dinheiro. O próprio duende revelou que aquele dinheiro fora deixado por ele como pagamento do dote para o seu casamento com Maria e que era algo que os duendes costumavam prometer aos familiares da noiva como prova do seu valor.
Explicou ainda que ao aceitarem tal oferenda, os familiares mostravam contentamento naquela união e que havia esperado ansiosamente pela idade adulta da sua noiva, treze anos realizados.
Exaltado, o avô de Maria ainda tentou devolver o dinheiro gasto na bebida, mas o duende, espertalhão, respondeu:

Achado não é roubado
E no chão não foste encontrar,
Mas sim no berço deste tesouro
A quem eu soube salvaguardar.

Àquele que ao dinheiro mais quer
Uma fortuna perdida vai encontrar,
Pois na vida nada é achado
Mas sim encontrado a quem procurar.

Avarento, de certeza não o és,
Mas a honestidade não a sabes pintar,
O dinheiro que gastaste em bebidas
Vou eu agora, feliz, disfrutar!

Abanaste a mãozinha de leve
Para o passado não te importunar.
Eu, agora, vitorioso e satisfeito,
Com a tua neta vou casar!


E sem dizer mais nada, o duende partiu, levando a sua noiva ao colo, a quem nunca nada lhe faltou. Quando engendrara o plano, de deixar o dinheiro no berço e ver o que acontecia, havia sido apanhado de surpresa por aquele tesouro, algo que nunca vira tão belo, e é verdade – não existe maior e mais belo tesouro no mundo do que o verdadeiro amor.

FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 13-05-2018)


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, maio 9

A Classificação da Prosa




Agora que já sabes o que é a prosa e como a distinguir da poesia, hoje vais aprender a classificar a prosa, algo que provavelmente já deste na escola…, mas para quem nunca ouviu falar, de certeza que irá ajudar!
Caso já tenhas dado isto, irás apenas rever, mas prometo ser breve… 😉

Bem! Para quem não sabe, a prosa divide-se em dois tipos de texto, a prosa narrativa e a prosa demonstrativa. A prosa narrativa refere-se aos textos de ficção, como as crónicas, os contos, as novelas literárias, os romances, entre outros. A prosa demonstrativa, ao contrário da prosa narrativa, refere-se aos textos mais didáticos ou técnicos, como as noticias e os outros textos do jornal, ensaios, cartas, etc.

A prosa ainda pode ser classificada pela sua função:
  • Prosa narrativa ou de ficção (contos, crónicas, etc.);
  • Prosa dramática (teatros, etc.);
  • Prosa argumentativa (tratados, etc.);
  • Prosa contemplativa (ensaios, etc.);
  • Prosa informativa (jornais, livros didáticos, etc.)
A prosa literária ou de ficção corresponde ao conto, à novela literária, ao romance, à crónica e a todos os outros textos que nascem da literatura. Os demais não são estudados por este ramo.


Bem, por hoje é tudo.
Espero ter ajudado de alguma maneira, mesmo que mínima.
😊😛😊
Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊