quinta-feira, dezembro 31

Poema – Cristo é Amor




Aqui estamos nós, mais uma vez, para ver a passagem do tempo…
O ano de 2020 acaba aqui, solitário e frio, e a esperança de um começo quente entra nas nossas vidas, especialmente dentro do coração.
Eu espero não ter frio neste novo ano!
Eu desejo a todos os leitores deste blog um próspero e riquíssimo ano novo de 2021, repleto de amor, alegria e paz.
Que os caminhos iluminados pela verdade estejam sempre ao vosso alcance.
Beijinhos. 😉

Poema – Cristo é Amor

A pomba levanta
batendo as asas brancas
sobre o céu limpo,
recria a esperança
no amor íntegro.

Vai longe,
traça o seu caminho
rumo à liberdade,
Cristo é amor
que repele a maldade.

A sabedoria
não é dos tolos
nem dos perdidos de coração,
pertence aos pequeninos
que agarram a sua mão.

O espirito encaminha
e ilumina a escuridão,
é libertador,
e o amor une incertezas
que traçam a emoção.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

terça-feira, dezembro 29

Miniconto 120 – Orou por Mais Um Dia




Olá a todos… Aqui estou eu com mais um miniconto acabadinho de sair do forno!
Espero que gostem. 😉


Miniconto 120 – Orou por Mais Um Dia


Chovia muito, estava escuro e o frio gelava a ponta dos seus dedos.
Ofegante, olhou para um lado, olhou para o outro… Não a encontrou.
Agachou-se miserável e orou por mais um dia.

FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 29-12-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, dezembro 28

As Minhas Metas para 2021



 




De certo modo, este ano foi realmente diferente e desafiador. E acreditem, não estava preparada para isto! No final do ano passado decidi não listar metas, contudo prometi mais conteúdo criativo (poemas, contos, minicontos), o retorno do quadro de “Dicas de Escrita” e a surpresa que eu vinha a preparar já há algum tempo…

Afinal, o que aconteceu? 😕

Pois bem, no início deste ano tudo estava a correr bem, eu acreditava que iria conseguir seguir o que tinha prometido, mas a vida está aí para nos mostrar que quando não é para ser, não vai mesmo acontecer! Normalmente, guardo tudo num disco externo, pois o computador pode deixar de funcionar, e desta vez foi o próprio disco externo que decidiu deixar-me na mão, simplesmente morreu, o que quer dizer que perdi tudo o que tinha… Tudo mesmo, tanto ficheiros pessoais como profissionais!

Olha a minha sorte que naquele momento não estava do meu lado, por isso tive de iniciar tudo desde o começo, fiquei frustrada, zangada, furiosa, mas no fim acabei por compreender que não vale a pena ficar assim… Simplesmente, não era para ser! Tive de engolir o “sapo” e aceitar. 😟

Apesar de tudo isto e a correria do dia-a-dia, fiz o possível para manter as publicações do blog e espero de coração que os poemas, os contos e os minicontos tenham entrado nas vossas vidas com muito amor e carinho. É o que eu deposito em todo e qualquer trabalho que partilho com todos vós. E prometo que estes quadros vão continuar a deliciar-vos neste novo ano. Adoro escrever poesia, histórias, e saber que quem esta desse lado da tela gosta de ler o que escrevo. 😊

Bem, sem mais delongas, este novo ano promete novidades, carisma e amor. Vou esforçar-me ainda mais para trazer tudo aquilo a que todos vós tendes direito. E vamos ver se este ano consigo então trazer a vossa surpresa…, que muitos devem estar a perguntar-se o que será! É segredo…

Tal como no ano passado não vou listar metas, apenas sentimentos íntegros e verdadeiros em cada trabalho que publicar. Este ano estou precavida, já guardei tudo em nuvem…, não terei mais este tipo de problema, acho eu!

Fiquem bem, por hoje é tudo.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sexta-feira, dezembro 25

Poema – Caminho da Verdade





Feliz Natal para todos.
🎄🎄🎄

Poema – Caminho da Verdade

Neste dia celebrado
recorda-se o salvador
que desceu do céu
e nos deu o seu amor.

Veio por nós, imperfeitos,
grande é a emoção
e em todo o nascer do sol
oro junto ao coração.

O seu poder é infinito,
transcende a racionalidade,
somos pó da terra
que procura a felicidade.

A resposta está na palavra
transmitida pelo livro sagrado,
ingénuos, evitamo-la,
destruindo o nosso legado.

Sábio, só ele pode ser
e a nossa vida devemos entregar
para que juntos, unidos,
a vida integra alcançar.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

quinta-feira, dezembro 24

Poema – Caminhos de Luz






Pois bem, aqui estamos nós para mais um Natal…
Felicidades!
🎄🎄🎄

Poema – Caminhos de Luz

A alegria surge
num florescer de uma flor
protegida pela neve,
a naturalidade eleva
o teu único amor com fervor.

Não existe medição
para a misericórdia do coração,
é pouco agradecimento
pelas tuas cálidas mãos.

Os passos longos caminham
sobre a tua imagem,
é esperança,
o tempo dá corda
para a luz pura, cobrança.

Este dia existe para todos
numa lembrança incomensurável
do teu imenso amor,
é infinito, é único,
obrigada, Senhor.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

segunda-feira, dezembro 21

Poema – Partida na Neve





Mais um inverno para nos aquecer…, ou esfriar.
Depende do ponto de vista…
Vamos ao Solstício de Inverno! 😊


Poema – Partida na Neve


Olho pela janela,
nada mais posso ver
senão neve caída
que demorará derreter.

Por lá passaste,
sinto saudade, o frio aperta…
Que desastre!

Começou a cair
a tempestade prometida,
não demores, choro,
aqui perdida…

Desejo abraços e carinho
que só tu podes dar,
este inverno chegou
para o meu coração,
insistente, chorar.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

domingo, dezembro 20

Miniconto 119 – Corrente





Olá, tudo bem? Eu espero de coração que tudo esteja bem por ai.
Hoje é o Dia Internacional da Solidariedade Humana.


Miniconto 119 – Corrente


As lágrimas corriam pelo seu rosto numa corrente de emoções obscuras. Estava pálida, não sabia mais o que dizer… Abracei-a e perdoei-lhe de coração aberto.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 20-12-2020)



Um abraço e até à próxima.



Borboleta Voadora
😊😊😊

quinta-feira, dezembro 17

Poema – Tristeza e Saudade





A saudade e a tristeza caminham juntas como grandes amigas.
O que podemos fazer?
Só o tempo dirá…
😉😉😉

Poema – Tristeza e Saudade

Medo…
Não passa nem rente
ao coração despedaçado,
a tristeza escurece
os pombinhos apaixonados.
A distância dita as regras
do amor agora sem cor,
aperto o peito com a mão,
não quero sentir esta dor!

Volta…
Abraça-me com força
e aquece o meu coração,
desejo o teu amor,
sentir a tua emoção.
Sei que podes correr,
voar para o abismo,
mas a saudade rasga
o olhar, o infinito!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, dezembro 14

Poema – Olhar Infinito





Bem… Olá a todos! 😉
Mais um poema fresquinho.


Poema – Olhar Infinito


O infinito se transforma
na imensidão do luar,
as estrelas brilham cintilantes,
não há nada para comparar.
Esse é o teu olhar!
O vapor desaparece no frio
que transcende a escuridão,
desejo admira-los e
encher o peito de emoção.
Vivo feliz, aprendo a amar!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sábado, dezembro 12

Miniconto 118 – Encantado





Olá a todos! Como estão? 😉
Já estiveram apaixonados por alguém? 
Já se sentiram tão amados que recearam perder os sentidos?
Pois muito bem, agarrem-se a esse sentimento e explorem-no eternamente!


Miniconto 118 – Encantado


Sentiu o coração pulsar dentro do peito, a respiração falhava como quem havia feito uma maratona. Nada correra como planeado.
Encantado, viu-se fascinado pelos cabelos negros, pela doçura do seu olhar e pelo tom acústico da sua voz. Cada palavra era proferida no total silêncio e o seu coração abriu, por fim, para a beleza do mundo.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 12-12-2020)




Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, dezembro 9

Poema – Sou Diferente





Olá, tudo bem? Eu espero que sim. 😉
Hoje estou aqui especialmente para as pessoas donas do seu coração, que conhecem os seus limites mas ultrapassam as barreiras do ser marcado.
Força para todas estas pessoas! Dia Nacional da Pessoa com Deficiência.


Poema – Sou Diferente


Sou diferente
e ao mesmo tempo igual,
sou a correnteza da água
que se mistura e vive sem mal.

Procuro um caminho
livre do amargor,
sou diferente mas sei o que é dor.

Olho e vejo a diferença
da agonia do ser,
tudo o que desejo é em paz viver.

Sou diferente
com perfeição natural,
o que eu tenho de melhor
ninguém tem igual.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, dezembro 7

Poema – Pilar de Amor





Boa noite, pessoal! Tudo bem por ai? 💓
Eu espero que sim. Aqui estou eu para mais um poema quentinho, vindo do coração.

Poema – Pilar de Amor


O pilar sustenta a alma
que se perde no horizonte,
os laços de amor envolve
o medo e a dor.
A salvação são figuras
vivas da vida em flor,
são a família unida
que arde com esplendor!
Não há ranhuras
que quebrem a emoção
de viver completo
próximo do coração.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sexta-feira, dezembro 4

Miniconto 117 – Fotografia Selvagem





Olá, tudo bem? 😉
Aqui estou eu de novo…, para o Dia Mundial da Conservação da Vida Selvagem.


Miniconto 117 – Fotografia Selvagem


O seu mundo estava no horizonte. Não necessitava de mais nada.
A fotografia das grandes girafas constituía a sua maior ambição, o sorriso expressivo do seu filho autista.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 04-12-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quinta-feira, dezembro 3

Miniconto 116 – Mundo sem Cor





Aqui chove a cântaros sem fim, e está muito frio. Como está o tempo por aí? 😉
Hoje vamos recordar que ninguém é perfeito, mas que cada um tem a sua própria perfeição dentro do coração. Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.



Miniconto 116 – Mundo sem Cor.


Ele abriu os olhos e compreendeu o médico. A tristeza apoderou-se do seu coração. As vozes e os murmúrios que agora ouvia proporcionavam-lhe uma nova visão do mundo, um mundo sem cor. Respirou fundo para acalmar e depois sorriu. Era um novo mundo para explorar e descobrir. Não desistiria dos seus sonhos.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 03-12-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, dezembro 2

Poema – Por Fim, Feliz…





Olá a todos. 😉
Como estão os vossos corações?
Calmos ou em uma tempestade tremenda?
Não temam lutar pela vossa felicidade.
Aqui estou eu para o Dia Internacional para a Abolição da Escravatura.
Fiquem bem.


Poema – Por Fim, Feliz…


Finalmente livre
das amarras do destino,
minha cor enaltece,
agora para a liberdade.
É isto a igualdade?
Não esqueço o passado,
vivo o presente
e procuro o futuro.
Por fim, feliz…
O meu mundo sorriu
pela primeira vez
e eu, diante do horizonte
corro por este monte,
descalço e de braços abertos
como uma ave
que aprende a voar.
Agora sim, aprenderei
o que é amar!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, novembro 30

Poema – Traição!




Para este último dia de Novembro trago um pequeno poema…
Não muito feliz… A vida pode ter destas coisas!
Comigo está tudo bem, não se preocupem.
É dedicado aquela amiga do coração que sofre sem medida.
Sem mais delongas, até ao próximo mês, pessoal!
Beijinhos. 😉


Poema – Traição!

Sentada nesta cadeira
solto a imaginação,
o coração quase foge,
anseia a tua mão.
Sou aquela que dorme
sobre os sonhos,
o desejo nasce terno,
aí quero estar contigo.
As palavras não saem,
doem só de ouvir,
sinto o coração chorar
por não poder fingir.
Sinto mais perto
o dom da solidão,
vem, corre,
salva-me desta emoção!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sábado, novembro 28

Poema – Proposta





Olá a todos! 😉😉😉
Aqui chove bem. Como está o tempo por aí?
Mais um poema…

Poema – Proposta

Proponho-te algo novo
como um passeio à beira mar
e um coração livre
para aprenderes a amar!
A força da tua palavra
é a força do teu coração,
vive agora, vive feliz,
perto desta emoção!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😍😍😍

quarta-feira, novembro 25

Miniconto 115 – Homem





Um incentivo, talvez, para um mundo melhor… 😉
Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.


Miniconto 115 – Homem


Eu tinha a razão. Eu tinha o direito.
Ninguém podia dizer que eu estava errado, nem mesmo ela. Eu mando, eu sei…
Ela não sabe nada, faz apenas aquilo que eu mando!
Eu faço o que quero, sou livre…
Hoje estou preso, amanhã estará ela nos caminhos do submundo.
Eu sou homem, ela é a mulher!


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 25-11-2020)




Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, novembro 23

Miniconto 114 – Cegueira





Mais um miniconto… 😊

Miniconto 114 – Cegueira


Vivia sem medos até que um dia seus olhos cegaram e as palavras não saíram.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 23-11-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

sábado, novembro 21

Poema – O Coelhinho Preto




Aqui estou eu de novo! Sentiram falta? 😉
Estou a brincar… Hoje? É o Dia Mundial do Olá!


Poema – O Coelhinho Preto


Os coelhinhos brancos
saltavam felizes na grama,
brincavam sem parar,
e um coelhinho preto veio
simpático para os cumprimentar.

Vivia sozinho na floresta,
não tinha com quem conversar,
queria fazer amiguinhos
para a solidar apaziguar.

Não tinha família, não tinha
o que podia chamar de lar,
não queria estar sozinho,
não queria mais chorar!

«Olá!», «Olá!», «Olá!»,
cumprimentou sem saber
o que esperar,
a esperança era pequena
mas tinha de tentar.

«Olá!», respondeu um,
«Olá!», respondeu outro,
com sorrisos no ar,
o coelhinho preto fechou os olhos,
não podia acreditar!

Tudo era real e logo
soube recomeçar,
e ali compreendeu que
com os coelhinhos brancos
podia brincar.

O importante é persistir,
não há como falhar,
o amor esta ao redor,
é só saber o medo enfrentar!

Fim.



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

terça-feira, novembro 17

Poema – Viver Feliz




Ser feliz é o que todos desejamos. 😔
Mas…, o que é realmente a felicidade?
Alguma vez se preguntaram sobre isto?
Eu…, todos os dias procuro a resposta.

Poema – Viver Feliz

O caminho para a felicidade
intervém na igualdade,
sorrir não tem preço,
vamos amar sempre.
O céu da aurora
reflete a paixão da vida,
o coração aquece
e mostra o florescer
da saudade, de viver.
O começo não é difícil,
é frágil mas bom
e no amanhecer
novas vidas abrem-se
para saudáveis crescer.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, novembro 16

Miniconto 113 – Corrida Apaixonada





Olá a todos! Pois é… 😞
Devemos aproveitar o que a vida nos dá, ter medo não nos ajudará a seguir em frente, e por isso não hesitem em lutar pelos vossos sonhos…
Quando os sonhos desaparecem, acreditem, o coração parece que endurece e tornamo-nos infelizes, capazes de não ver qualquer esperança ao nosso redor. Eu fiquei assim nos últimos meses, não foi uma experiencia agradável! Parecia que a vida já não tinha mais cor. 😉
Sim, encontrem os vossos sonhos, lutem por eles e sejam felizes!


Miniconto 113 – Corrida Apaixonada


Corria pela areia branca e o mar saudava-a com a sua frescura.
A aurora sorria-lhe, e ele também, enquanto corria atrás dela.
Os olhos brilhavam, e o abraço estendeu-se numa risada apaixonada.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 16-11-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

domingo, novembro 15

Miniconto 112 – Aprisionamento




Um miniconto fresquinho para o Dia do Escritor Preso. 😉

Miniconto 112 – Aprisionamento


As palavras têm poder. Existem aquelas que confortam a alma, mas as minhas aprisionam a liberdade pessoal de expressão.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 15-11-2020)




Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sexta-feira, novembro 13

Poema – Nascimento




Olá, pessoal! 😉
Aqui estou eu de novo e hoje para o Dia Mundial da Bondade.


Poema – Nascimento


A pureza do nascimento
é chuva que cai e molha,
lava a alma, espirito,
e recolhe o frio
que com fé e ações de bondade
aquece o coração.
A emoção brota lágrimas
outrora esquecidas,
recordações passadas, sofridas.

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, novembro 11

Miniconto 111 – Paixão





Bom dia, boa tarde, boa noite! Como estão as coisas por aí?
Eu espero que a graça de Deus esteja convosco.
Boa leitura… 😉



Miniconto 111 – Paixão

O seu toque queimava a pele sedosa e limpa. O seu coração respirava ingenuidade e sabedoria; não sabia o que era aquilo, mas queria mais e mais…

FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 11-11-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, novembro 9

Poema – Sou Infeliz




Boas! Como vão? 😊
Eu espero que tudo esteja bem por aí.
Hoje é o Dia Mundial do Órfão!

Poema – Sou Infeliz

Estou só,
ninguém olha para mim,
porque tudo tem de ser assim?

Nasci sozinho,
não houve um olhar
para dar-me amor, para me amar?

Família,
desconheço o seu significado,
podes ouvir-me um bocado?

Sou inocente,
nada fiz de mal, só quero o calor
que é para todos igual!

Sou infeliz,
tudo me falta, até o coração,
quero viver e conhecer tal emoção!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

quinta-feira, novembro 5

Miniconto 110 – Patético!




Já foram ao cinema (antes do vírus, claro!)?
Hoje é o Dia Mundial do Cinema. 😊


Miniconto 110 – Patético!


O sangue irrompeu pela grande tela e a faca subia e descia numa luta feroz sobre o corpo estendido pela sala de estar.
O seu interior espalhava-se descaradamente sobre o tapete.
Três batidas na porta e uma voz grossa ouviu-se. Um alerta recaiu sobre a insanidade.
Respirou fundo, e quando abriu a porta letras finais subiam comicamente sobre o espaço escuro.
Ele endireitou-se no sofá. Patético! E desligou a televisão.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 05-11-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

terça-feira, novembro 3

Poema – São as Donas de Casa!




Olá, aqui estou eu de novo. 😉
Sentiram saudades? Estou a brincar…
Vamos ao Dia da Dona de Casa!


Poema – São as Donas de Casa!

Não dão valor e muitos não sabem
o trabalho árduo que com esforço fazem!
Limpam a casa, lar de muitos, tudo deixam a brilhar,
o preço é barato mas caro a sustentar.
Muito trabalham para nada ou pouco receberem,
são as heroínas da casa, são as deusas do lazer.
São as donas de casa!

Fim.


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

quinta-feira, outubro 29

Poema – Sons Harmoniosos




Olá a todos… 😉
Como estão as coisas por aí?
Eu espero que bem.


Poema – Sons Harmoniosos


Os sons pulsam nas arestas do coração
que bate com força perante a sentimento
que arranha a emoção.
Todas as harmonias naturais
prezam o viver das nossas almas,
e eu choro, uma vez mais,
pela saudade do calor do coração.
Desejo algo novo,
recheado das mais lindas palavras,
o céu e a terra proclamam
pela união dos seres racionais!

Fim.



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, outubro 26

Poema – Salgadas pelo Por-do-Sol

 




Olá, como estão todos?
Mais um poema acabadinho de sair…
😄😄😄


Poema – Salgadas pelo Por-do-Sol


As lágrimas límpidas
salgadas pelo por-do-sol
marcam os sentimentos
mais profundos,
e o ser conforta-se
com o calor próprio
num resguardo único.
O brilho desaparece
devagarinho no horizonte
banhado pela solidão.

Fim.



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

sábado, outubro 24

Miniconto 109 – Seu Coração

 




Olá, tudo bem? 😊
Como está o tempo por aí?
Aqui chove muito, a potes…



Miniconto 109 – Seu Coração


Não podia perder a sua vida e por isso decidiu entregar o seu coração. 


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 24-10-2020) 




Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😉😉😉

terça-feira, outubro 20

Conto – Obrigado

 




Boa tarde, como estão os vossos corações?
A chuva cai lá fora, fina e abundante. 😉
Eu gosto da chuva, acalma o meu coração.

Conto – Obrigado


    Desespero, dor, medo. Sentia um turbilhão de sentimentos, mas alguns destacavam-se. As suas mãos sujas de terra e sangue tremiam, o seu corpo dolorido ansiava pelo descanso e a sensação acolhedora de algumas horas atrás... 
     Porque tinha abandonado os seus amigos na biblioteca?
    Pedro sabia a resposta, a mensagem assustadora que recebera o tinha sobressaltado de tal maneira que receou pela segurança deles. Só aquele pensamento lhe tinha passado pelo coração, e o medo. Medo de perder a sua amizade, medo de os envolver nos seus problemas, medo de que o culpassem de algo que pudesse acontecer se não os tivesse deixado…
      Escondido atrás de um contentor do lixo, Pedro vigiava os seus perseguidores que o procuravam nas redondezas. Ouvia-os gritar e amaldiçoar. Se o encontrassem, teria problemas maiores do que aquela queda desastrada e os pontapés nas pernas e no estomago.
    Provavelmente, assim que acordasse na manha seguinte teria nodoas negras pelo corpo e dores musculares. Mas nada disto importava, logo que conseguisse chegar a casa em segurança e deixar os amigos bem, longe de todo aquele pesadelo.
    Perguntava-se o que teria feito de mal para estar a ser ameaçado, caluniado, agredido e provocado daquela maneira, onde não tinha paz em nenhum momento. Sempre fora um rapaz alegre, brincalhão e extrovertido, pronto para qualquer brincadeira ou confusão. Pedro nunca os tinha visto antes de tudo começar, nem sequer sabia a que ano pertenciam… O que lhe restava era fugir e esconder-se.
    A sua irmã mais velha era a pessoa mais amorosa que conhecia. Filho de advogados, Pedro pouca confiança tinha com eles, raramente estavam em casa e quando estavam, era como se ele e a sua irmã fossem invisíveis. Pedro conhecia o amor materno através da sua irmã, sete anos mais velha do que ele, que o criara desde sempre.
    Havia-lhe contado tudo, não guardava segredos da sua irmã. Naquele dia, pela primeira vez na sua vida a tinha visto chorar. Tinha conseguido acalma-la ao contar-lhe uma mentira inocente, que agora não se mostrava inofensiva, pois não tinha pedido ajuda aos professores por vergonha e nem aos seus amigos por medo. Mas não se arrependia, não ao ponto de se esconjurar.
    Enquanto os seus amigos estivessem seguros, ele estaria bem.
    - Encontrem-no de uma vez por todas! – ouviu gritar. – Quando o apanhar ele vai arrepender-se de ter fugido!
    - Ele não está em lado nenhum! – exclamou o louro. – Ele é bom em fugir!
    - Maldito! – maldiçoou o moreno, com os punhos fechados. – Eu vou mata-lo!
    - Ele tem de estar em algum lugar! Procurem-no em cada canto, sei que ele está por perto – disse o gordo. – Se estás a ouvir-nos, é melhor aparecer! Vai ser muito pior quando te encontrar, seu esquelético de merda!
    Pedro fechou os olhos e orou por ajuda. Não acreditava em um Deus, mas se realmente existisse, que o ajudasse, pois sabia que não seria como nas outras vezes. Desta vez, sairia muito mal. E ao abrir os olhos começou a chorar, um dos rapazes segurava uma navalha e brincava com ela como se pudesse apunhalar o ar.
    A agonia apoderou-se da sua mente e do seu corpo, e quando sentiu uma mão no ombro esquerdo, deixou-se cair no chão. Curvado numa concha chorava em silêncio, pois sabia que quanto mais alto chorasse mais lhe bateriam, mas uma voz familiar chamou-o, alertando-o para a realidade e para longe daquele cubículo.
    - Pedro, estás a ouvir-me? Vamos sair daqui!
    Olhou em direção da voz e engoliu em seco. Os seus três amigos estavam ali com olhares inquietos. Atrás do contentor, tentavam ajuda-lo a levantar-se.
    - Pedro, seu idiota, vamos sair daqui, antes que eles nos encontrem! – disse o André, na sua irritação habitual. – Acredita, se nos encontrarem, eu vou matar-te!
    - Anda! Vamos sair deste lugar! Cheira mal… – disse o João, com um sorriso. – Vai ficar tudo bem, Pedro, nós estamos aqui!
    Pedro olhou nos olhos de cada um dos seus amigos e depois desviou o olhar em direção daqueles que ainda o procuravam. Perguntou-se como é que os seus amigos o tinham encontrado, se sabiam o que estava a acontecer com ele, mas decidiu não perder mais tempo: olhou para os amigos e pegou a mão que lhe era estendida.
    Com dificuldade levantou-se e mostrou um sorriso pequeno como agradecimento. Juntos, correram o mais rápido que puderam e por fim conseguiram despista-los.
    - Porra! Nunca corri tanto na minha vida! Nem acredito que isto é culpa tua, Pedro! – gritou o André. – Se não tivesses deixado a biblioteca, nada disto teria acontecido, seu idiota!
    - Eu… Eu apenas…
    - O quê? Para lá com isso! Não vês que estás a piorar as coisas! Procuramos-te por muito tempo!
    Pedro olhou para o amigo chocado.
    - Se não nos contares, não saberemos como te ajudar – disse o Rui, sorrindo para o amigo. – Somos teus amigos e é para estes momentos que nós servimos. Não podes resolver tudo sozinho.
    - O Rui tem razão – disse o João. – Nós estamos aqui para te ajudar!
    Pedro olhou para cada um dos amigos e depois sorriu.
    - Obrigado – disse, ao abraça-los afetuosamente.

FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 20-10-2020) 



Um abraço e até à próxima.



Borboleta Voadora
😊😊😊

domingo, outubro 18

Poema – Amor sem Coração

 




Boa noite, pessoal!
Tudo bem? Eu espero que sim…

Poema – Amor sem Coração


Numa corrente de lágrimas
que não podem ser negadas, 
a tristeza e a dor da saudade 
aprisiona o coração na calamidade… 

Luto pela liberdade 
que outrora acreditei possuir, 
a ingenuidade apagou, 
vi a natureza ruir! 

Aceito-te no meu cruel destino, 
ó amor sem coração!, 
o céu não chora por mim 
mas sim pelo teu perdão. 

Fim. 



Um abraço e até à próxima. 


Borboleta Voadora
😊😊😊

quinta-feira, outubro 15

Miniconto 108 – Cilada




Lavem as mãos com frequência, usem a mascara sempre. ❤
Protejam-se! Não pensem que as “desgraças” só acontecem aos outros, pois isso não é verdade. É importante valorizar a vida, e se dizem que é necessário, não lutem, obedeçam, é para o vosso bem…
Que o amor e a paz de Deus vos iluminem e proteja! 😊
Eu espero de coração que as coisas melhorem…, até lá deixo-vos mais um miniconto.
💖💖💖 para todos…



Miniconto 108 – Cilada



Entrou no escritório e fechou a porta. A luz do computador iluminava parcialmente o ambiente escurecido pelas cortinas fechadas.
O coração sentiu-se no peito, abrangido pelo nervosismo.
Percorreu a estante de capas negras e vasculhou os arquivos. Não tinha tempo.
Entre ruídos surdos, reparou na capa que repousava em cima da secretária, com tinta ainda fresca. Estranhou tal peculiaridade.
Percorreu os olhos sobre a secretaria e largou de imediato a capa. Deu uma última olhadela em direção do computador, antes de sair disparado do comodo.
No dia seguinte, foi preso por assassinato.


FIM…
(Borboleta Voadora, Portugal, 15-10-2020)



Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊