terça-feira, janeiro 30

Desabafo - Avaliação ou Crítica




Hoje estou aqui para vos falar de algo que aconteceu com uma amiga.
Bem..., ela participava de uma formação modelar que já acabou e para quem não sabe, a avaliação feita nestas formações pode ser adquirida através de apresentações de trabalho em grupo.
Pelo que ela me contou, após a apresentação do último trabalho da formação, houve um pequeno problema. A formadora em questão exigiu que cada grupo avaliasse a apresentação dos outros grupos e vice-versa. Tudo correu em sigilo, isto é, ninguém ficou a saber das avaliações feitas por cada grupo e claro que assim, não haveria confusões! Mas após a formação terminar, uma amiga da minha amiga perguntou-lhe qual pontuação haveria sido dada pelo grupo dela ao seu grupo, e a minha amiga não achou que houvesse problema, já que tudo tinha terminado...
Pois é, meus caros leitores, acredito que já devem imaginar como tudo acabou! A amiga da minha amiga não achou justa a pontuação dada e ficou muito zangada, achando que merecia mais e que o grupo dessa minha amiga havia criticado a sua apresentação.
Já não é a primeira vez que as palavras "avaliar" e "criticar" são confundidas e é por essa razão que eu decidi fazer esta reflexão sobre o ocorrido!

Claro que não citei e nem pretendo citar nomes, pois a questão aqui não é de maneira alguma criticar seja quem for, mas por em questão estas duas palavras tão distintas.

Agora digam-me, qual é a vossa opinião sobre o ocorrido? As palavras "criticar" e "avaliar" têm o mesmo significado?
(deixa a tua opinião nos comentários...)

Já vi isto a acontecer por diversas vezes e pergunto-me porquê!? 
Estas palavras têm significados diferentes... 
Ora vê os significados de cada uma delas no dicionário da Porto Editora:

  • Avaliar:



  • Criticar:


Quero que fique bem claro que não estou a defender a avaliação da minha amiga nem a dizer que ela foi justa ou injusta, apenas estou a tentar por em "pratos limpos" cada uma destas palavras, que realmente têm significados diferentes!
A minha amiga podia muito bem estar a critica-la, não tenho a certeza de nada, pois não estava lá para saber em que "pratos" os acontecimentos ocorreram, mas o mais certo é que a quantidade de pessoas que trocam estas duas palavras está a aumentar, e sei a razão!
Nesta sociedade consumista e de pessoas superficiais, em que a crítica parece nascer já com a pessoa, nada me surpreende! Tanta inveja, cobiça, ganância, tristeza e muito, muito mais... Mas este assunto fica para uma próxima publicação!

Deixa a tua opinião sobre o ocorrido nos comentários!
Ficarei muito feliz de saber a tua opinião... e nunca deixes de ser crítico sobre o mundo que te rodeia. Tenho a certeza que terás ótimas opiniões para dividires com os outros... Como diz o ditado "Quem não fala, Deus não ouve!".


Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊

terça-feira, janeiro 23

Como Escrever um Conto?




Como escrevo um conto? Qual é a diferença entre escrever um conto, uma novela e um romance? Não é tudo igual?

As respostas para estas perguntas nem sempre são fáceis de encontrar, mas o que te posso garantir é que escrever um conto é totalmente diferente de escrever uma novela e um romance, pois cada um tem as suas próprias características.

Para entenderes o que quero dizer, fica atento(a) às próximas publicações, onde vou destingir cada um destes textos e ajudar-te a escrever cada um deles. Hoje vou ajudar-te a escrever um conto, tal como havia prometido. Mas antes disso, quero que tenhas em atenção que escrever um conto é, também, diferente de escrever uma crónica, e para teres a noção disso aconselho-te a ler a minha publicação sobre o que é uma crónica.
Agora, vamos ao que interessa… 😊

Sabias que o conto tem características especificas? Pois é… E são fundamentais para que possas escrever a tua história. Toma nota:

  • Não importa o género que tenhas escolhido, o conto deve ser conciso e possuir tensão, ritmo e um conflito;
  • Deve possuir inicio, meio e fim, mesmo que o fim seja aberto;
  • O imprevisto é necessário, dentro dos parâmetros da história;
  • O passado e o futuro têm pouca importância neste tipo de texto, o que pode nem sequer existir. O “flashback” pode acontecer, não estou a dizer que não, mas se acontecer deve ser curto e imprescindível para a história;
  • As suas palavras devem ser simples e claras.

😉😉😉
Depois de leres a minha publicação sobre as Crónicas, vais compreender a diferença que existe entre estes dois tipos de texto. É importante levares em conta tal diferença e só depois começares a escrever a tua história, e para isso vou dar-te as dicas que te prometi na publicação sobre os contos.
Espero que te ajudem de alguma maneira e boa escrita! 😊
  1. Ler contos: Stephen King tem razão quando diz que se um escritor não tem tempo para ler, também não tem tempo para escrever, pois para escrever um conto é necessário conhecer a sua estrutura, e quem nunca leu um conto como a vai conhecer? Isto devia ser óbvio, apesar de já ter ouvido alguns escritores dizerem que não gostam de ler, mas se é assim, como podem gostar de escrever se não leem?
  2. Criar um(a) enredo/situação: antes de começares a escrever a tua história, é importante decidires do que se vai tratar, o que vai acontecer e qual o tema central. A partir dai, decidirás o ângulo sobre o qual vais começar a contar a tua história, que pode ser através de uma personagem ou por outro meio… Isso és tu que decides!
    • Para criares o teu enredo, deves seguir a seguinte estrutura:
      • Introdução ao tema/assunto/motivo central da história, que vai ajudar o teu leitor a situar-se;
      • Criar as tuas personagens;
      • Criar o objetivo que a personagem principal (protagonista) deve alcançar;
      • Criar o clímax da história, que é onde a personagem principal passa os piores momentos da história e onde tudo pode acontecer;
      • A resolução do objetivo da personagem principal;
      • O final da história, que poder ser feliz ou triste, aberto ou fechado.
  3. Criar a tua personagem principal (protagonista): não importa se será uma mulher ou um homem, um animal ou um objeto falante, deves apenas lembrar-te que um conto possui poucas personagens e que o protagonista deve possuir mais ênfase na sua construção.
  4. Criar um conflito/objetivo: toda a história que se prese apresenta um problema ou objetivo que o personagem principal tem de resolver. Ele deve ser claro e difícil de obter, por existir certos obstáculos (humanos, animais, objetos, conflitos internos, como sentimentos ou contradições, entre outros), para que depois de ultrapassa-los, o personagem principal se torne melhor do que era no início da história.
  5. Criar o ambiente da história: o tempo e o espaço são elementos importantes de uma história e que devem sempre que possível constar no enredo. Podem ajudar a dar características específicas aos personagens e até mesmo tornar a história muito mais interessante. Não estás a ver um policial a empunhar uma espada, pois não? Claro que não, pois a época das espadas já passou! Quando criares uma história, tem atenção ao tempo e ao espaço onde ela está inserida. 
  6. Criar um tema: na maioria das vezes, o contista decide criar uma história a partir de um tema específico, que pode estar ou não relacionado à personagem principal. O tema escolhido pode ser qualquer um, como o “amor verdadeiro ou impossível”, a “saudade de alguém que já morreu”, o “medo de alguma coisa ou animal”, o “abandono de crianças ou de animais”, a “amizade”, um “ desejo quase impossível”, a “tristeza por algo que vai ou já aconteceu”, tens por onde escolher... O tema do conto fica a teu critério!
  7. Criar um clímax super-interessante: quando escrevemos um conto desejamos surpreender e emocionar o leitor, não é? Então, não hesites em fazê-lo! O clímax é o momento mais importante da história, onde a personagem principal fica sobcarregada de sentimentos confusos e intensos. É neste momento que tudo pode acontecer e por isso, não hesites na escrita e surpreende os teus leitores!
  8. Por fim, criar um final surpreendente: o final da tua história será como tu achares melhor, aberto ou fechado. Criar um final que evite os clichés e que deixe os teus leitores satisfeitos não é fácil, mas também não é impossível! Podes dar aos teus leitores uma falsa sensação de saberem como a história vai terminar e depois apanha-los totalmente de surpresa. Não hesites em deixar o teu leitor de boca aberta!

Mas não penses que depois de tudo isto o teu trabalho terminou, pois ainda agora começou. Assim que terminares a tua história, começa a revisão que só termina quando tudo estiver pronto (bem, quanto a isso, só estará pronto quando assim o achares, quando achares que a tua história está pronta… Mas não te preocupes, quando chegar o momento, vais saber que finalmente terminou).
😊 😊 😊

Esta fase resuma-se em lapidar o texto, de forma a criar uma obra de arte! Sabes aqueles escultores que fazem monumentos lindos, é isso mesmo ou quase…! Neste aspeto tão delicado pouco te posso ajudar, pois a revisão de um texto depende do seu autor, da sua maneira de ser… Há quem o faça por fases, há quem o faça aleatoriamente, existem muitas maneiras de o fazer…
Somos todos diferentes e tenho a certeza que um dia encontrarás a tua forma de trabalhar, apenas não percas a confiança em ti!

Bem, por hoje é tudo.
Desejo-te boa sorte nas tuas criações… 😊


Um abraço e até à próxima!


Borboleta Voadora
😊😊😊

sábado, janeiro 20

Poema - Tristeza Aparecida




Hoje não trago nada de mais, apenas um poema antigo, lá dos meus tempos de escola. É simples, mas refinado de sentimentos que me atormentavam no passado. Hoje não tenho vergonha de o mostrar e de o deixar ser amado.
Espero que gostem... 😊


Tristeza Aparecida

De mochila e cadernos na mão,
E tristeza aparecida
Não por ir estudar,
Mas sim do que já acontecia.

Não ter amigos é algo
Que não devia acontecer,
Poeira de gozo não merecida…
Só me apetece desaparecer!

Sem poder fugir,
Daqueles que me magoam…
O que devo fazer
Para me tornar a erguer?

Agora sozinha
E sentada nesta cadeira,
Só transmito o que sinto,
Como um quadro que pinto.



Um abraço e até à próxima!


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, janeiro 17

Poema - No Coração...




Boa noite a todos... 😊
Hoje trago um pequeno poema para vocês.
Espero que gostem... 😊


No Coração...

No coração temos…
Perdão…
Amor…
Paixão…
Dor…
Sinfonia…
Amizade…
Paresia…
Bloqueio…
Caridade…
Receio…

Quando ouvimos
Fortes emoções,
Como perdão,
Paixão ou
Tristeza de consolação…


Um abraço e até à próxima!


Borboleta Voadora
😊😊😊

quarta-feira, janeiro 10

Diferenças - Conto e Crónica




Boa tarde...
Como tinha prometido, aqui estou eu para fazer um pequeno resumo das últimas publicações sobre o conto e a crónica. Vais verificar no mesmo lugar as diferenças que existem em cada um deles... 
Espero que consigas finalmente entender, (caso não o tenhas conseguido até agora...).
😊😊😊


1. Conto


Definição: 
  • É uma narrativa ficcional, menor que o romance e mais extensa que a crónica. Pode basear-se em factos do quotidiano, mas não possui isso como uma obrigação, a base da história é inteiramente ficcional.
Como conhecer o enredo?
  • Quem são as personagens principais?
  • Qual é o conflito/problema da história?
  • O que aconteceu na história?
  • Onde se passa a história (tempo e espaço)?
  • Quem é o narrador da história?
Composição da narrativa:
  • Possui início, meio e fim;
  • Introdução: apresenta o início da história. É neste momento que o contista apresenta os factos iniciais, os personagens e na maioria das vezes, o tempo e o espaço;
  • Desenvolvimento: é aqui que o contista desenvolve o conflito/problema da história;
  • Clímax: este é o momento mais tenso da história, onde tudo pode acontecer;
  • Final ou conclusão: aqui é revelado o desfecho da história, com o conflito resolvido e um final que pode ser feliz, triste, engraçado, dramático ou até mesmo trágico.
Narrador:
  • Possui obrigatoriamente um narrador, que consiste numa entidade fictícia que tem como único objetivo contar a história. Ele pode narrar a história na 1º e na 3º pessoa do singular.
    • Quando a história é narrada na 1º pessoa, o narrador participa na história como personagem, podendo ser:
      • Narrador-protagonista, que é quando o narrador é a personagem principal, narrando os acontecimentos que estão na maior parte das vezes ligados a si;
      • E narrador-observador, que é quando o narrador não é a personagem principal da história, narrando apenas aquilo que vê ou sabe;
    • Quando a história é narrada na 3º pessoa, o narrador é omnisciente, que é quando sabe tudo, incluindo os sentimentos e os pensamentos das personagens. Neste caso, o narrador pode ser:
      • Omnisciente-neutro, que é quando relata os acontecimentos e descreve as personagens sem influencia-las com observações ou opiniões.
      • E omnisciente-seletivo, que é quando narra os acontecimentos acrescidos de opiniões, pensamentos e impressões de uma ou mais personagens, influenciando o leitor a colocar-se a favor ou contra a um certo acontecimento ou personagem.
    • Ainda na 3º pessoa do singular, o narrador ainda pode ser narrador-observador, que é quando presencia a história, mas ao contrário do omnisciente, não sabe tudo, mas apenas aquilo que vê. Comporta-se quase como uma testemunha dos acontecimentos, não participando neles de maneira alguma e não tem, também, conhecimento sobre a vida das personagens, sobre os seus pensamentos, as suas emoções e as suas personalidades.
Linguagem:
  • A linguagem usada nos contos deve ser simples, dinâmica e objetiva. Um conto deve ser claro e direto, sem “palha” ("palha" - descrições ou ações que em nada influenciam a história, isto é, tudo o que acontecer na história tem de ter uma razão/motivo para ali estar).
Descrição:
  • A descrição utilizada nos contos deve ser mínima e imprescindível para a história, caso contrário, cortada sem misericórdia.


2. Crónica


Definição: 
  • A crónica é uma narrativa curta que possui um compromisso com a realidade, isto é, utiliza factos do quotidiano para se estruturar. Aproxima-se muito da notícia jornalística.
Como identificar a situação narrada?
  • Sobre o quê?
  • Quem escreveu?
  • Para quem?
  • Qual o motivo dela?
  • Onde aconteceu?
Composição da narrativa:
  • Possui início, meio e fim;
  • O início é efetuado de maneira a colocar o leitor no tempo e no espaço da narrativa;
  • O desenvolvimento detalha o acontecimento numa sequência temporal linear;
  • A conclusão sistematiza a visão pessoal do cronista sobre o acontecimento narrado.
Narrador:
  • Possui um narrador, na 1º pessoa como narrador-personagem e na 3º pessoa como narrador-observador;
  • O narrador conta aquilo que viu (verbo ver) ou viveu (verbo viver);
  • Faz uso de pronomes pessoais e de pronomes possessivos;
  • Utiliza verbos na 1º ou na 3º pessoa.
Linguagem:
  • Simples e clara;
  • Utilização de termos específicos e adequados ao tipo de crónica (desportiva, literária, politica, irónica, cómica, etc.);
  • Predomínio da linguagem emocional (sentimentos) sobre a linguagem informativa (informação).
Descrição: 
  • A descrição dos factos narrados é feita de maneira a que o leitor possa acompanhar os movimentos do cronista, como se tivesse ao seu lado ou como se tivesse a ver o ocorrido pelos próprios olhos do cronista, tanto aquilo que narra como aquilo que descreve.
Recursos Linguísticos de Expressividade:
  • Figuras de Estilo;
  • Expressões regionais/locais;
  • Expressões próprias da oralidade informal, adequadas ao contexto.

Pronto, é isto... Espero ter ajudado. 😊
Um abraço e até à próxima!


Borboleta Voadora
😊😊😊

sábado, janeiro 6

Desabafo - Personagens e Super-Heróis





Gostas de super-heróis? Qual elegerias para teu favorito? O Batman, o Super-Homem, a Mulher-Maravilha, o Homem-Aranha, o Flash, a LadyBug? Existem tantos por ai… Pessoalmente, gosto muito de super-heróis! 😊
(Se quiseres que crie histórias com este tipo de personagens deixa a tua opinião nos comentários!)
Mas vamos ao que realmente importa!

Hoje estou aqui para desabafar sobre um assunto de extrema importância e tenho a certeza que irás entender a minha angústia… 😕
Há uns dias deparei-me com certos comentários que me deixaram um pouco intrigada! Não no blog, mas em alguns sites que eu gosto de acompanhar… Adiante! Num desses comentários citava a responsabilidade que a LadyBug tinha em algumas akumatizações (para quem não sabe do que estou a falar, deixarei no fim da publicação um site que faz um resumo ótimo do desenho animado) e que ela não devia ser uma super-heroína… 😞
Mas algo aqui não está correto!

Como defendes a definição de super-herói, ou melhor, de protagonista? Seria aquela personagem perfeita, sem qualquer falha? Ou seria aquela personagem que apesar de possuir uma grande responsabilidade como protagonista (personagem principal), possui qualidades, defeitos e que pode errar como todos nós

O facto aqui é que a LadyBug, antes de ser a LadyBug, é um ser humano e os seres humanos erram, e muito para ser honesta! O problema aqui, meus caros leitores, é o facto de algumas pessoas ainda acreditarem ou definirem o super-herói como um ser totalmente perfeito que existe para salvar os outros, mas não é bem assim, pois antes de eles serem super-heróis, são seres humanos que erram e errarão como todas as outras personagens da história! 😊
Heróis trapalhões, faladores, antissociais, com certos medos… Todas as personagens têm problemas, não são e nem podem ser perfeitas!
Nós, os escritores, utilizamos a vida real, as pessoas reais para criar as nossas próprias personagens. É assim que funciona!

A Marinette, que no desenho animado é a LadyBug e a super-heroína de Paris, é uma personagem que representa os jovens de hoje em dia, na altura da puberdade e que, como todos os jovens da vida real, comete erros! Todos nós cometemos erros, não é? Quem aqui não cometeu ou comete erros na sua vida escolar? Ou na sua vida pessoal? Todos temos os nossos defeitos e errar é humano! Ela é humana!
E já não vou citar aqueles super-heróis que não são seres humanos, pois esses são… diferentes! Não são seres humanos!, mas também não significa que não devem comportar-se como "seres humanos racionais e sentimentais" (se estou a fazer-me entender...) Mas isso agora não vem ao caso! Talvez numa futura publicação... 😉
O caso aqui é que não é por ela se transformar na LadyBug que deixa de ser um ser humano! Este é o facto mais correto e verdadeiro!
Outro super-herói que também cometeu erros ao longo dos seus três filmes foi o Homem-Aranha… Um super-herói como todos os outros, que debaixo da sua mascara existe um ser humano com sentimentos e defeitos!
Todos os super-heróis cometem erros, pois são seres humanos em primeiro lugar.




Resultado de imagem para LadyBug e Marinette png



Ora vê a definição de herói que encontrei na Internet:

"Herói é uma figura arquetípica, personagem modelo, que reúne, em si, os atributos necessários para superar, de forma excepcional, um determinado problema de dimensão épica. Do grego ἥρως, pelo termo latino heros, o termo "herói" designava, originalmente, o protagonista de uma obra narrativa ou dramática. Para os Gregos antigos, o herói situava-se na posição intermédia entre os Deuses e os Homens, sendo, em geral, filho de um Deus e uma Mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles). Portanto, para os gregos antigos, o herói tinha uma dimensão semidivina."


O que vos quero passar com este desabafo, meus queridos leitores, é que seja qual for a personagem que pensem em criar, ela deverá ter qualidades e defeitos.


  • Vamos a um exemplo:
“Gabriel tem vinte e cinco anos e ganhou um prémio de melhor escultor do mundo, algo que desejava desde pequeno, mas a sua dependência à cocaína acabou por mata-lo dias depois, resultado de um ataque de overdose. Todos os seus fãs ficaram desolados e confusos com a notícia.”


Questões:

  1. Gabriel conseguiu realizar o seu sonho de se tornar um escultor mundialmente reconhecido. Ao receber o prémio, lembrou-se da sua dependência e pensou que não o merecia. Qual é a tua opinião sobre a afirmação anterior?
  2. "Todos os seus fãs ficaram desolados e confusos com a notícia." Desenvolve a afirmação anterior ao descreveres a tua opinião sobre a razão dos fãs de Gabriel terem ficado naquele estado ao saberem da verdade.
  3. Gabriel não é um super-herói. Concordas com a afirmação? Porquê?
  4. Gabriel tem qualidades e defeitos. Define cada um deles.
Deixa as tuas respostas nos comentários!


Bem, por hoje é tudo, espero que tenhas compreendido que a criação de uma personagem não implica apenas em criar qualidades atrás de qualidades.
Mas não te preocupes, irei explicar-te mais para a frente como se cria uma personagem. Fica atenta(o) e aprende junto comigo.


Aqui tens a informação que citei anteriormente sobre Miraculos LadyBug:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Miraculous:_As_Aventuras_de_Ladybug



Um abraço e até à próxima!


Borboleta Voadora
😊😊😊

segunda-feira, janeiro 1

Feliz Ano Novo a Todos!

DESEJO A TODOS OS MEUS LEITORES UM BOM ANO NOVO!!! 😊 😇 😊

Quando olho para trás, dou conta do quão o ano foi pequeno e rápido a passar em comparação ao trabalho que me dispôs a fazer, tanto por mim como para com aqueles que leem as minhas palavras. 
Sei que criei este blog há pouco tempo e que pouco conhecem do meu trabalho, mas prometo que este ano estará repleto de histórias e dicas de escrita para que possas criar as tuas próprias histórias.
Há uns tempos atrás uma amiga disse-me que devia criar um cantinho para mim e para aqueles que tanto desejavam conhecer-me, e é verdade que demorei a tomar esta decisão..., no entanto, quero que saibas que não estou aqui por ela, mas sim por todos aqueles que merecem boas e emocionantes histórias.
Criei este blog com muito carinho e prometo que farei os possíveis para que este ano conheçam-me melhor e possam também tirar as vossas dúvidas. Seja qual for a dúvida/sugestão, ela será atendida, mesmo que não seja de imediato.
Espero que este ano seja melhor que o ano passado (2017), e espero também que me faças companhia nesta jornada divertida e emocionante.

Mas agora, chega de conversa! 🎄
Desejo a todos os meus leitores e amigos um Ótimo Ano de 2018!!!
😍😋😊😇






Um abraço e até à próxima.


Borboleta Voadora
😊😊😊